EXCLUSIVA
300 MILHOES APENAS DE REPASSES FEDERAIS – CADE TODO ESTE DINHEIRO?

Parauapebas recebeu mais de R$ 300 milhões em 2011  

Dinheiro é referente a repasses federais e ao maior superávit comercial do ano. Este valor não inclui os repasses da VALE e as receitas de ISS e outras. Apenas repasses vinculados.
Não é preciso ser economista, contador ou advogado. Basta ser cidadão para concluir que as contas não fecham. É impossível uma administração receber tantos recursos e entregar tão pouco a comunidade. Nem uma UTI  de Hemodiálise, nada.
EVANDRO CORRÊASucursal Sul e Sudeste do Pará
O município de Parauapebas, no sudeste do Pará, recebeu do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), de janeiro a novembro de 2011, R$ 39.454.245,56 (trinta e nove milhões, quatrocentos e cinqüenta e quatro mil, duzentos e quarenta e cinco reais e cinqüenta e seis centavos). O maior repasse ocorreu em maio, quando foi repassado ao município mais de 4 milhões de reais. No mesmo período, o município recebeu R$ 49.465. 935, 56, destinados à educação e R$ 16.113.604, 79 para a saúde. No total, o Governo Federal repassou à administração do petista Darci Lermen em 2011, a cifra de R$ 330.984.450,16 (trezentos e trinta milhões, novecentos e oitenta e quatro mil, quatrocentos e cinqüenta reais e dezesseis centavos).
Por outro lado, Parauapebas registrou o maior superávit nacional no ano passado. De janeiro a novembro de 2011, 2.373 municípios brasileiros realizaram operações de comércio exterior. Parauapebas-PA (US$ 10,655 bilhões) teve o maior superávit entre as localidades brasileiras, seguido por Angra dos Reis (US$ 9,594 bilhões), Nova Lima-MG (US$ 4,157 bilhões), Anchieta-ES (US$ 3,719 bilhões) e Itabira-MG (US$ 3,297 bilhões).

Angra dos Reis-RJ foi o município que registrou a maior exportação no período (US$ 12,78 bilhões). Na seqüência os que mais exportaram, entre janeiro e novembro deste ano, aparecem: Parauapebas-PA (US$ 10,933 bilhões), São Paulo-SP (US$ 8,15 bilhões), Rio de Janeiro-RJ (US$ 5,926 bilhão) e Santos-SP (US$ 4,861 bilhões).Na lista dos municípios que mais importaram no período, estão: São Paulo-SP (US$ 13,672 bilhões), Manaus-AM (US$ 11,957 bilhões), São Sebastião-SP (US$ 8,208 bilhões), Rio de Janeiro-RJ (US$ 6,648 bilhões) e Itajaí-SC (US$ 6,223 bilhões).
Então, o que fazemos, sociedade civil organizada. Cadê os cidadãos que trabalham e lutam por uma vida melhor. De quem é seu voto. Vai apenas vende-lo e depois arrepender por mais quatro anos? Nunca tivemos uma oportunidade melhor em Parauapebas, para mudar este estado de coisas. Temos candidatos viáveis, temos a LEI DA TRANSPARENCIA e temos agora os primeiros cidadãos nascidos aqui e que amam esta cidade. Não podemos mais, em mais uma eleição, manter os mesmos grupos de poder que nos últimos vinte anos acabaram com as possibilidades de desenvolvimento desta localidade. Guerreiros, vamos a luta, vamos modificar esta frente. Escolham seus candidatos com raiva, com vontade de mudar. Mas não cruzem os braços depois, vamos vigiar, criar uma oposição de verdade. Pergunto: cadê os políticos de Parauapebas, cadê os líderes, cadê os inteligentes? Próximo capitulo: uma quadrilha.
GESTÃO EM XEQUE
PORQUE O MODELO DE GESTÃO DA VALE  EM PARAUAPEBAS ESTA  EM XEQUE




É do nosso conhecimento  que a sociedade organizada, as empreiteiras,  a cidade de Parauapebas e a própria  cúpula da VALE já entenderam que precisa haver mudanças no modelo de gestão de sua cadeia de suprimentos de serviços.  Numa relação caracterizada pela arrogância e excessivo exercício de poder, refletido nos contratos draconianos que todos os servidores são obrigados a assinar, a VALE  privatizada peca em diversos aspectos, originando um custo adicional para todos, especialmente Parauapebas. Não estamos falando da agenda tributária, esta é legal e obrigatória. Estamos falando da agenda social, humanitária, comercial e de valorização do ser humano. Não vamos abordar aspectos ambientais, ainda não, voltaremos neste tópico em momento apropriado.
Ao arrochar as empreiteiras em valores e custos impraticáveis no estado do Pará, a VALE esta criando, com total responsabilidade porque é uma empresa transnacional e que gera lucros crescentes e espetaculares para seus acionistas, uma situação insustentável do ponto de vista econômico, social e humanitário. Senão vejamos:

Econômico
Com salários vergonhosos para o padrão atual nacional, a VALE exige das empreiteiras um custo mínimo, ao mesmo tempo que patrocina uma serie de benefícios sociais e econômicos para seus funcionários. Assim as empreiteiras tem que gerir contratos e pessoas, constantemente confrontados com sua situação limite. Não podem aumentar salários, senão não conseguem auferir resultado de sua prestação de serviços




São 9:34 -  a portaria da VALE em Parauapebas esta ocupada, desde as 5 horas da manha. Os sindicatos estão mortos. São sindicatos de tudo, portanto  estão relativamente isolados e/ou comprometidos com a política da VALE em Carajás. Ou seja, diversas categorias profissionais, representadas por apenas três sindicatos. Assim se vê, soldadores sendo representados com técnicos de segurança e assim vai. Não dá. Não é possível estabelecer parâmetros de renda, para categorias tão diversas. Precisamos chamar mais atores para o palco das negociações e dos acordos coletivos. Precisamos de mais estudo e analise econômica para subsidiar salários e benefícios. Alias percebemos ao longo destes 20 anos que estudamos esta relação, VALE x trabalhadores, que nunca esteve tão delicada a formatação das contratações e salários. A própria VALE gaba-se de  que, com apenas uma hora trabalhada, seus peões paguem o próprio salário mensal (citar a fonte). A lucratividade é imensa. 

Mesmo porque, com o viés financeiro dado as operações da mina, a VALE se tornou muito valiosa. As transações econômicas envolvendo VALE nas bolsas do mundo são espetaculares. Quem ganha realmente hoje com a VALE nunca pisou numa mina, não sabe o que é arriscar a vida cotidianamente para ganhar a vida. E, de forma parca, resumida, pequena.  Não se tem rede bancaria decente as portas da mina. O peão recebe em contas, onde os bancos exigem um comprovante de endereço. Como a maioria é do Maranhão, portanto não tem residência com comprovante em seus nomes, são impedidos ou tem que retornar dezenas de vezes aos bancos. Aqui o Bradesco tem a ousadia de exigir a assinatura do contrato de locação presencialmente, num claro abuso de poder econômico. O peão tem que levar  o dono de seu condomínio ao banco ou ao cartório para assinar a declaração de residência. Isto para uma simples abertura de conta, para recebimento dos salários. É muita humilhação. Um banco do porte do Bradesco! Mas no Pará tudo é possível. E é muito fácil burlar este documento. A rigor não entendemos qual o valor atribuído pelo Bradesco a esta ida do proprietário ao cartório. O peão pode entregar o endereço hoje e mudar amanha, ou pode nem mesmo estar neste endereço.

Com a expansão econômica brasileira, vieram as diversas frentes de obras, as obras da copa, das olimpíadas, do PAC e tanto outras. A mao de obra, fortemente discriminada racialmente, com clara e superior ocupação em todos os cargos por pessoas de pele clara (alias, o governo precisa intervir neste quesito, temos elementos para acreditar que há na verdade um apagão de mao de obra de brancos. Há um enorme e significativo numero de pessoas de cor desempregada. Pessoas preparadas, com certificados e grau de instrução exigidos. As empresas não tem mais opção, precisam contratar negros e mestiços. Em Parauapebas, basta olhar nas filas do desemprego e nos ônibus da mina. Alias, qual a proporção das etnias na estrutura da VALE, uma empresa notadamente racista nas contratações?
Assim, vemos as empreiteiras parando na portaria da VALE em Parauapebas. Na verdade parando toda a cidade. As reivindicações, as mesmas de todo o ano: melhores condições de trabalho, melhores salários, melhor assistência social. Cada semana pára uma empresa. Os trabalhadores revoltados, sem liderança e sem direção. O que será das operações da mina de ferro em Carajás?

Social
Parauapebas é a Idade Media.  Apartir da portaria da VALE, que considero o marco zero da localidade, em qualquer direção que você for, em cinco minutos estará na Idade Media. Na própria Cidade Nova, local da portaria, não há água encanada. O sistema de esgoto é precário, não há hospitais que funcione, nada. Apenas as clinicas de saúde ocupacional estão faturando e ostentam aparência de lucro. O transito é caótico, há esgoto correndo a céu aberto. Em qualquer direção, por cinco minutos de carro, você verá fatos muito piores. Não há esgoto na cidade. O sistema de água foi feito pelo Chico das Cortinas, em 1996 e cobre menos de 10% da planta urbana.  As ruas são estreitas e mal planejadas. O canteiro central foi ocupado pela própria prefeitura, inutilmente. Não há lixeiras. Afastando um pouco mais, os loteamentos caríssimos tomaram conta da paisagem. A Buriti, loteou uma nova Parauapebas, sem compromisso de um metro de esgoto, um asfalto decente e um sistema de iluminação. Neste momento o endividamento na cidade é altíssimo, pressionando os salários para cima. O único hospital público esta em construção há oito anos e nem sinal de quando ficará pronto.

Os postos de saúde funcionam precariamente e as clinicas particulares não tem médicos suficientes. Nao há mercadorias nas lojas, no volume do consumo local. Os aluguéis são caríssimos e as habitações mal construídas, quentes, abafadas e mal acabadas. Os hotéis, sempre lotados,  tem seus preços nas nuvens. Se um familiar do peão adoecer ou se acidentar, vai morrer. Não tem uma UTI neonatal ou máquina de hemodiálise na região. A indústria da invasão é agenciada pelo próprio prefeito. Não há compromisso com o meio ambiente, haja visto a destruição das nascentes, encostas e mananciais, patrocinados pela expansão imobiliária. Morros são arrasados, encostadas destruídas e habitadas, ruas se acotovelando nos morros, praças e jardins abandonados.
 Não há lazer, apenas igrejas e bares. Um ou outro. A comida é cara, assim como os medicamentos e todo o básico para sobreviver. O que se ganha em Carajás, Sossego, Salobro e Bahia é muito pouco, em relação a media nacional. Os peões estão isolados, não há representatividade, os sindicalistas são pragmáticos e querem ganhos pessoais imediatos, as empresas desconhecem os custos reais para se operar no Pará e burras, não contratam consultorias de foco para orienta-las na composição de preços no local das obras. Não se conhece a cultura VALE para seu supllay chain.  A VALE precisa ajudar a construir Parauapebas. É de sua responsabilidade social sim, no meio da selva amazônica, ajudar a manter uma cidade que surgiu para servi-la. Nossos problemas explodem dentro da mina e mancham o minério exportado para o mundo.
Humanitário
É um apelo internacional. Os governos que consomem o mineiro de Carajás precisam conhecer melhor as condições de exploração desse material: Seus custos, visíveis e invisíveis, a total falta de sensibilidade da VALE para com o lado humano das pessoas. Uma cidade onde  tamanha riqueza é gerada, conviver com níveis alarmantes de miséria e isolamento?
Como a VALE permite uma gestão municipal incapacitada e inoperante? Como maior mineradora do mundo e com suas marcas de excelência de gestão, a VALE poderia tentar treinar e compartilhar conhecimento administrativo e financeiro com o executivo municipal.  Como empresa compromissada com o social, influenciaria na aplicação correta dos bilhões que são repassados anualmente para uma cidade que falta de tudo.
Questão humanitária porque há milhares morrendo todos os anos em razão direta da falta de leitos hospitalares, de falta de saneamento, de esgoto e água tratada, de médicos  e de hospitais minimamente capacitados. Humanitário porque, se houver problemas de rins e sangue, apenas em Marabá (quando há vaga no SUS) ou Belém. Perdemos  Arivaldo ano passado, por falta justamente de uma UTI com hemodiálise. Quantos são perdidos por ano? Humanitário porque são pessoas que importa. O homem é o centro do processo.  As pessoas acreditaram na VALE e para cá trouxeram suas vidas.
Encerrando, vemos pasmados, todo dia uma parada na portaria da VALE na Cidade Nova. Cadê os inteligentes que nem sequer percebem o murmurar dos peões? Porque não se sai na frente e costura um amplo acordo com todas as empreiteiras, diretamente com as novas lideranças, para se dirimir todas as pendências, resolvendo-as?
Não será a queda de preço da tonelada métrica e a queda de consumo do motor chinês que esta  fazendo a VALE perder o foco, ao permitir que erros tão primários aconteça, comprometendo sua imagem de empresas seria em todo o mundo.
Mais uma vez peões sem liderança pararam a portaria. Hoje foi  a UTC, amanha será quem?
GESTAO EM XEQUE
PORQUE O MODELO DE GESTÃO DA VALE  EM PARAUAPEBAS ESTA  EM XEQUE




É do nosso conhecimento  que a sociedade organizada, as empreiteiras,  a cidade de Parauapebas e a própria  cúpula da VALE já entenderam que precisa haver mudanças no modelo de gestão de sua cadeia de suprimentos de serviços.  Numa relação caracterizada pela arrogância e excessivo exercício de poder, refletido nos contratos draconianos que todos os servidores são obrigados a assinar, a VALE  privatizada peca em diversos aspectos, originando um custo adicional para todos, especialmente Parauapebas. Não estamos falando da agenda tributária, esta é legal e obrigatória. Estamos falando da agenda social, humanitária, comercial e de valorização do ser humano. Não vamos abordar aspectos ambientais, ainda não, voltaremos neste tópico em momento apropriado.
Ao arrochar as empreiteiras em valores e custos impraticáveis no estado do Pará, a VALE esta criando, com total responsabilidade porque é uma empresa transnacional e que gera lucros crescentes e espetaculares para seus acionistas, uma situação insustentável do ponto de vista econômico, social e humanitário. Senão vejamos:

Econômico
Com salários vergonhosos para o padrão atual nacional, a VALE exige das empreiteiras um custo mínimo, ao mesmo tempo que patrocina uma serie de benefícios sociais e econômicos para seus funcionários. Assim as empreiteiras tem que gerir contratos e pessoas, constantemente confrontados com sua situação limite. Não podem aumentar salários, senão não conseguem auferir resultado de sua prestação de serviços
São 9:34 -  a portaria da VALE em Parauapebas esta ocupada, desde as 5 horas da manha. Os sindicatos estão mortos. São sindicatos de tudo, portanto  estão relativamente isolados e/ou comprometidos com a política da VALE em Carajás. Ou seja, diversas categorias profissionais, representadas por apenas três sindicatos. Assim se vê, soldadores sendo representados com técnicos de segurança e assim vai. Não dá. Não é possível estabelecer parâmetros de renda, para categorias tão diversas. Precisamos chamar mais atores para o palco das negociações e dos acordos coletivos. Precisamos de mais estudo e analise econômica para subsidiar salários e benefícios. Alias percebemos ao longo destes 20 anos que estudamos esta relação, VALE x trabalhadores, que nunca esteve tão delicada a formatação das contratações e salários. A própria VALE gaba-se de  que, com apenas uma hora trabalhada, seus peões paguem o próprio salário mensal (citar a fonte). A lucratividade é imensa. 

Mesmo porque, com o viés financeiro dado as operações da mina, a VALE se tornou muito valiosa. As transações econômicas envolvendo VALE nas bolsas do mundo são espetaculares. Quem ganha realmente hoje com a VALE nunca pisou numa mina, não sabe o que é arriscar a vida cotidianamente para ganhar a vida. E, de forma parca, resumida, pequena.  Não se tem rede bancaria decente as portas da mina. O peão recebe em contas, onde os bancos exigem um comprovante de endereço. Como a maioria é do Maranhão, portanto não tem residência com comprovante em seus nomes, são impedidos ou tem que retornar dezenas de vezes aos bancos. Aqui o Bradesco tem a ousadia de exigir a assinatura do contrato de locação presencialmente, num claro abuso de poder econômico. O peão tem que levar  o dono de seu condomínio ao banco ou ao cartório para assinar a declaração de residência. Isto para uma simples abertura de conta, para recebimento dos salários. É muita humilhação. Um banco do porte do Bradesco! Mas no Pará tudo é possível. E é muito fácil burlar este documento. A rigor não entendemos qual o valor atribuído pelo Bradesco a esta ida do proprietário ao cartório. O peão pode entregar o endereço hoje e mudar amanha, ou pode nem mesmo estar neste endereço.

Com a expansão econômica brasileira, vieram as diversas frentes de obras, as obras da copa, das olimpíadas, do PAC e tanto outras. A mao de obra, fortemente discriminada racialmente, com clara e superior ocupação em todos os cargos por pessoas de pele clara (alias, o governo precisa intervir neste quesito, temos elementos para acreditar que há na verdade um apagão de mao de obra de brancos. Há um enorme e significativo numero de pessoas de cor desempregada. Pessoas preparadas, com certificados e grau de instrução exigidos. As empresas não tem mais opção, precisam contratar negros e mestiços. Em Parauapebas, basta olhar nas filas do desemprego e nos ônibus da mina. Alias, qual a proporção das etnias na estrutura da VALE, uma empresa notadamente racista nas contratações?
Assim, vemos as empreiteiras parando na portaria da VALE em Parauapebas. Na verdade parando toda a cidade. As reivindicações, as mesmas de todo o ano: melhores condições de trabalho, melhores salários, melhor assistência social. Cada semana pára uma empresa. Os trabalhadores revoltados, sem liderança e sem direção. O que será das operações da mina de ferro em Carajás?

Social
Parauapebas é a Idade Media.  Apartir da portaria da VALE, que considero o marco zero da localidade, em qualquer direção que você for, em cinco minutos estará na Idade Media. Na própria Cidade Nova, local da portaria, não há água encanada. O sistema de esgoto é precário, não há hospitais que funcione, nada. Apenas as clinicas de saúde ocupacional estão faturando e ostentam aparência de lucro. O transito é caótico, há esgoto correndo a céu aberto. Em qualquer direção, por cinco minutos de carro, você verá fatos muito piores. Não há esgoto na cidade. O sistema de água foi feito pelo Chico das Cortinas, em 1996 e cobre menos de 10% da planta urbana.  As ruas são estreitas e mal planejadas. O canteiro central foi ocupado pela própria prefeitura, inutilmente. Não há lixeiras. Afastando um pouco mais, os loteamentos caríssimos tomaram conta da paisagem. A Buriti, loteou uma nova Parauapebas, sem compromisso de um metro de esgoto, um asfalto decente e um sistema de iluminação. Neste momento o endividamento na cidade é altíssimo, pressionando os salários para cima. O único hospital público esta em construção há oito anos e nem sinal de quando ficará pronto.

Os postos de saúde funcionam precariamente e as clinicas particulares não tem médicos suficientes. Nao há mercadorias nas lojas, no volume do consumo local. Os aluguéis são caríssimos e as habitações mal construídas, quentes, abafadas e mal acabadas. Os hotéis, sempre lotados,  tem seus preços nas nuvens. Se um familiar do peão adoecer ou se acidentar, vai morrer. Não tem uma UTI neonatal ou máquina de hemodiálise na região. A indústria da invasão é agenciada pelo próprio prefeito. Não há compromisso com o meio ambiente, haja visto a destruição das nascentes, encostas e mananciais, patrocinados pela expansão imobiliária. Morros são arrasados, encostadas destruídas e habitadas, ruas se acotovelando nos morros, praças e jardins abandonados.
 Não há lazer, apenas igrejas e bares. Um ou outro. A comida é cara, assim como os medicamentos e todo o básico para sobreviver. O que se ganha em Carajás, Sossego, Salobro e Bahia é muito pouco, em relação a media nacional. Os peões estão isolados, não há representatividade, os sindicalistas são pragmáticos e querem ganhos pessoais imediatos, as empresas desconhecem os custos reais para se operar no Pará e burras, não contratam consultorias de foco para orienta-las na composição de preços no local das obras. Não se conhece a cultura VALE para seu supllay chain.  A VALE precisa ajudar a construir Parauapebas. É de sua responsabilidade social sim, no meio da selva amazônica, ajudar a manter uma cidade que surgiu para servi-la. Nossos problemas explodem dentro da mina e mancham o minério exportado para o mundo.
Humanitário
É um apelo internacional. Os governos que consomem o mineiro de Carajás precisam conhecer melhor as condições de exploração desse material: Seus custos, visíveis e invisíveis, a total falta de sensibilidade da VALE para com o lado humano das pessoas. Uma cidade onde  tamanha riqueza é gerada, conviver com níveis alarmantes de miséria e isolamento?
Como a VALE permite uma gestão municipal incapacitada e inoperante? Como maior mineradora do mundo e com suas marcas de excelência de gestão, a VALE poderia tentar treinar e compartilhar conhecimento administrativo e financeiro com o executivo municipal.  Como empresa compromissada com o social, influenciaria na aplicação correta dos bilhões que são repassados anualmente para uma cidade que falta de tudo.
Questão humanitária porque há milhares morrendo todos os anos em razão direta da falta de leitos hospitalares, de falta de saneamento, de esgoto e água tratada, de médicos  e de hospitais minimamente capacitados. Humanitário porque, se houver problemas de rins e sangue, apenas em Marabá (quando há vaga no SUS) ou Belém. Perdemos  Arivaldo ano passado, por falta justamente de uma UTI com hemodiálise. Quantos são perdidos por ano? Humanitário porque são pessoas que importa. O homem é o centro do processo.  As pessoas acreditaram na VALE e para cá trouxeram suas vidas.
Encerrando, vemos pasmados, todo dia uma parada na portaria da VALE na Cidade Nova. Cadê os inteligentes que nem sequer percebem o murmurar dos peões? Porque não se sai na frente e costura um amplo acordo com todas as empreiteiras, diretamente com as novas lideranças, para se dirimir todas as pendências, resolvendo-as?
Não será a queda de preço da tonelada métrica e a queda de consumo do motor chinês que esta  fazendo a VALE perder o foco, ao permitir que erros tão primários aconteça, comprometendo sua imagem de empresas seria em todo o mundo.
Mais uma vez peões sem liderança pararam a portaria. Hoje foi  a UTC, amanha será quem? 
TREINAMENTO EXCLUSIVA – UM DIFERENCIAL NA VIDA PROFISSIONAL DOS TRABALHADORES
Porque somos a escola ideal o atendimento individual permite que o aluno, nosso cliente, conduza seu processo de aprendizagem no seu ritmo e não pelo ritmo médio da turma.
Nosso treinamento considera o treinando como elemento primordial. Estamos focados no resultado de cada aluno, cada um com sua historia, ritmo, tempo, dinâmica. As aulas praticas de maquinas pesadas, precedem ao estudo em sala de aula ou a distancia de conteúdos específicos dos nossos cursos, oriundos da experiência coletiva do CIPMOI da Faculdade de Engenharia da UFMG, em Belo Horizonte.
Os Círculos Operários  europeus e os grupos  privados de estudos norteiam nossa pratica pedagógica.  Os estudos iniciais de Paulo Freire nos demonstram que o conhecimento não tem pertencimento, são acumulados pela humanidade em decorrência de sua vivencia e necessidades. Estamos no ambiente ideal para experimentações  e praticas alternativas. Os operários nos ensinam cotidianamente, com sua força de vontade e ambições pessoais que não há limites quando se quer adquirir, se habilitar para novos saberes. Citando Piaget, noutra vertente do conhecimento pedagógico, todos são dotados da capacidade de renovação e autoconhecimento. A escola individual, onde a experiência e saberes anteriores do educando também contam, resultam em aprendizagem feliz e encorajadora. Estamos fazendo ciência e fazendo história. Nossos contratos de ensino não param de crescer. Vejam as ultimas aulas:


















TREINAMENTO EM REQUISITOS  DE ATIVIDADES CRITICAS
O plano de ensino da VALE, sugere criativa e abordagem sistêmica aos ensinamentos de segurança abrigados dentro das NR e das RACs, suas derivadas. Concordamos plenamente com os anseios da VALE, mas temos uma realidade distinta: a não formação básica de 80% dos alunos, operários pré-selecionados pela cadeia de suprimentos da mineradora. Então, realmente nossos instrutores se viram, com explicações, teatro, participações, para encantar e desencantar a platéia. Mas estamos no pareo.  Eis alguns dos nossos clientes que receberam treinamento recente:



QUEM SOMOS?

Exclusiva, produtos e serviços DIVERSIFICADOS num só endereço.  Somos uma consultoria on demand.  Nossa expertise é realizar, criar novas situações, partilhar. Gerenciar conhecimentos, transformando-o em produto e resultado operativo.
Criamos em Parauapebas o treinamento operacional.  A origem deste sistema de treinamento remota a experiência do CIPMOI, atividade de extensão da Escola de Engenharia da UFMG. Por termos o conhecimento de sua funcionalidade e dentro das premissas norteadoras da formação da Mao de Obra local, levamos dois anos convencendo as empresas prestadoras de serviços da VALE, para treinar seu pessoal, dentro das normas da mineradora . A adesão aconteceu a partir do momento que esta empresa passou a exigir a certificação dos terceirizados na mina.
Hoje são mais de 10 mil trabalhadores certificados pela EXCLUSIVA em todo o sul/sudeste do Pará.  Foco especifico em ambiente de mina. Acreditamos no trabalho e objetivos dos cursos profissionalizantes, que formam rapidamente mão de obra para a voracidade de contratação das empresas, oriundas das excelentes escalas de produção e consumo de minérios e metais mundo afora.
 
Fomos à primeira empresa a ter um site em Parauapebas. O www.Iankee.com. Apoiamos o psicotécnico de imediato quando passou a ser exigido em Carajás. Lutamos pela elaboração do Perfil Sociográfico de Parauapebas e região. (Fizemos as primeiras testagens para a Sotreq, Hidelma, ABB, Cegelec, Lubrin, Versoni, Construtora Rio, Julio Simões, Noroeste Segurança, Ritz Hotel e outras). (Colocamos pessoal terceirizado na Sotreq, ABB, Fundação Zoobotânica de Carajás, FAP Feira de Agronegócios de Parauapebas).
 

Apoiamos pronta e exclusivamente a WGL na primeira FAP (feira de agronegócios de Parauapebas) com pessoal de escritório, suporte, veículos de pessoal de apoio na feira, estacionamento e stands. Construímos na totalidade o estacionamento da FAP e o operamos, repassando diariamente, 60% do faturamento para o SIPRODUZ.  Ao  longo dos anos em que acontece o evento, colocamos garçonetes, seguranças, carpinteiros,  moveis e utensílios, montadores, nos  stands de diversos expositores, tais como Sotreq, Lubrin, Disbrava, Petrolivin.
 
 
 

Em 1992, assumimos a Secretaria Municipal de Planejamento. Era o inicio do governo Chico das Cortinas, que havia ganho a eleição, substituindo   a administração de Faisal Salmen. Havia um clima de renovação. As  constantes repressões da população a esse governo marcava uma instabilidade que não interessava a investidores e populares.  Definitivamente a cidade precisava ser construída. Não havia nada, a não ser poeira, sujeira, falta de água e as mazelas que temos ainda hoje. Neste governo fomos orientados a realizar, construir. Até hoje, passados tantos governos, foi o único que de fato trabalhou a infraestrutura de Parauapebas. Este governo resolveu o problema da água na cidade, instalando as primeiras coletoras e a primeira estação de tratamento. Foram construídos dois bairros, Liberdade I e Complexo Altamira.

EM 1996, auditamos o SINDICATO METABASE DE CARAJAS. Todos os anos, o fechamento contábil do sindicato era feito por nos, que então ajudávamos sua contadora, a Sra. Gloria. Num momento de divisão interna e interesses que não sabíamos existir, as facções do momento, nos contratou para auditar as contas e apresentar soluções viáveis. Éramos amigos de todos e fizemos o trabalho. Reunimos todos e apresentamos o Relatório de Inconsistências, que revelavam graves problemas e que podíamos resolver. Não fomos ouvidos e certo dia o jurídico da VALE passou a se interessar pelos dados. Comunicamos a então diretoria do sindicato e um dia fomos convocados pelo próprio sindicato a entregar, numa reunião o resultado da auditoria a VALE. Tudo foi as claras e não imaginávamos o resultado daquela reunião: a diretoria foi destituída e demitida, com o grupo que nos apoiou assumindo os destinos do sindicato. Passaram-se os anos e ninguém esqueceu esta crise. Em 2004 fomos novamente convocados a intervir nos destinos do Metabase. Em grave crise novamente, fomos contratados para organizar sua contabilidade, documentar e apresentar seus dados financeiros. Realizamos nosso trabalho, retirando o sindicato de uma situação complicada e com seu próprio patrimônio, resolvemos novamente seu problema.





 
Constituímos a USIMIG, o SUPERMERCADO ALVORADA, o SINDICATO DO COMERCIO VAREJISTA DE PARAUAPEBAS, o SINDICATO DOS HOTÉIS E SIMILARES, a COOPERATIVA DE COMUNICAÇÃO E MARKETING, a COOPERATIVA DOS MOVELEIROS, a COOCAVUMP, a ASSOCIAÇÃO DAS KOMBIS, obtendo legalmente da PMP a primeira linha alternativa para a ferrovia, a COOPERATIVA DOS CARROCEIROS - COORASP. Atendemos todo o terceiro setor de Parauapebas, incluindo o FAM, a UGGESP, a UMESPA, a ASSOCIAÇÃO MANBOL, os partidos PTR, PMDB, a ASSOCIAÇÃO MORADORES B. PAZ, MORADA NOVA, ALTO BONITO, ASSOCIAÇÃO DOS IDOSOS, ASSOCIAÇÃO DOS PASTORES, CLUBE DO REGGAE, AMPRODESP (Vila Sansão), O FESTIVAL JECA TATU (festa junina), A LIABESP (liga do carnaval) a ESCOLA DE SAMBA PRIMAVERIA e outros. Também constituímos e criamos a AOP, o planejamento do parque das oficinas e lojas de autopeças. 
 
 
 
   
Estruturamos seu lançamento, gestão técnica e financeira. Criamos a identidade visual da entidade e sua estratégia de inserção social, liderança reuniões com o prefeito Darci Lermen, o Secretario Coutinho, João Fontana, todos os vereadores e empresários interessados. Participamos na maçonaria da reunião para a criação da COOPERATIVA DOS AÇOUGUEIROS DE PARAUAPEBAS.

Estudamos o sistema de transporte e fluxo de veículos para a COOCATUR, estabelecendo, ainda em 2003 a quantidade de veículos, tempo médio por percurso, tempo e quantidade de paradas, linhas bairro a bairro e centenas de inovações visando preservar o interesse dos passageiros e proprietários de vans. Apresentamos ao DMTT projeto para viabilizar e ordenar o trafego em Parauapebas: uma cidade sem cruzamentos cegos, sem semáforos, sinalizada. Apresentamos em reunião na ACIP nossa proposta de eventos públicos na cidade, patrocinados pela prefeitura, tais como seminários sobre segurança publica, meio ambiente, cultura e outros , plano diretor, recebidos diretamente pelo prefeito na presença de centenas de empresários.


Assessoramos a Diagonal Urbana aqui e em S. Luis, fornecendo material técnico, equipamentos,  moveis, pessoal e segurança.  
WTORRE
Elaboramos o estudo de implantação das unidades residenciais, com o Departamento de Inteligência para o Mercado da Wtorre, em Parauapebas, Canaã, Curionopolis,  Marabá e Eldorado. Pesquisamos um universo de três mil pessoas Nestas cidades.  Recomendamos a substituição dos materiais construtivos projeto por materiais locais e questionamentos os preços inviáveis dos imóveis construidos.

  FOTO NA WTORRE
Avaliamos o sistema de ensino do Centro Cultural Brasil - Estados Unidos de Carajás. Elaboramos o projeto da nova creche de Carajás em duas situações. Formalizamos  a sistemática contábil do Number One em Carajás e atuamos como consultores no processo de licitação da entidade. Realizamos estudos para a Fundação Zoobotânica de Carajás, quando da privatização sobre o destino dos hotéis, videolocadora, Docenorte, Cineteatro e outros ativos da mesma. Nesta ocasião, fizemos a avaliação patrimonial, organizamos a contabilidade, o sistema de informação e estrutura de pessoal.  Nossa recomendação foi a terceirização desses ativos a empresas ou pessoas fora do âmbito da Fundação, o que foi acatado anos depois, com empresas especializadas entrando e agora José Rinaldo, dono do Atrium Hotel. Fomos contratados pela ALCADEPA para negociar com Gabriel (Postos Gasolina e Terrenos), a devolução de recursos de terceiros, entregues quando da compra de lotes em terreno  do primeiro, invadido, em momento de grandes vendas pela organização. Na ocasião, em reunião no posto da portaria, Paulo, Valmir (ex-vereador) e Gabriel, acertamos a devolução de todos os recursos, dinheiro e cheques, diretamente aos compradores. Era o inicio da febre de loteamentos de Parauapebas.


Fomos a sede da VALE no Rio de Janeiro, representar a INTEGRAL CONSTRUÇÕES E COMERCIO quando, Benjamin Steinbruch a frente da mineradora, solicitou e impôs uma redução do valor dos contratos locais. Nesta oportunidade, levamos  proposta de participação da empresa na VALE, via aquisição de ações. Na sede da VALE, contatamos Ricardo Brito, então Chefe do Departamento Jurídico, que levou nosso pleito ao mandatário. No mesmo dia, centenas de ações e reuniões foram realizadas e desde então a INTEGRAL consolidou sua posição de única empresa local a sobreviver e expandir após a privatização da VALE.  A idéia original, era patrocinar uma reunião de todos os fornecedores locais para tirar um paper e entregar na sede da companhia, mas os outros empresários na época resolveram não arrriscar e não pagar pelos serviços.
 O tempo mostrou nosso acerto. Iniciamos o processo de certificação da INTEGRAL em 1996 no sistema ISO 9001.  SOMOS os pais e mentores desta idéia, de certificar uma empresa local para atender VALE. Acreditávamos que este seria o caminho natural, a VALE incentivando a melhoria da Gestão local, treinando e incentivando sua cadeia de fornecedores. 
Convencemos Valmir a investir na idéia e hoje temos orgulho de nossa proposição. Anos antes, conseguimos reverter um contrato de prejuízo em lucro, ao convencer a VALE que sua fórmula de correção de contratos continua vícios técnicos. 

Superamos com os proprietários diversas situações de desajuste contábil/financeiro, inclusive, de forma inédita negociando com fornecedores a manutenção da empresa em situações de crise quase irreversíveis (perdas de grandes contratos e mesmo fluxo de caixa tendendo a zero). Finalmente em 2003, ajudamos a certificar a empresa. Quando entramos, havia mais de mil não conformidades no processo de certificação, que inclusive estava limitado a administração. Transformamos a certificação ISO num fato de toda a empresa, contrariando a primeira opção, que era apenas a administração. Criamos a festa de confraternização dos operadores desta empresa e treinamos sua direção para ISO 9001, materiais de operação e outros. Fomos consultores da empresa por longos dez anos, ajudando a edificar este patrimônio de Parauapebas. 
INTERMEDIAÇÃO DE CONTRATOS E FINANCEIRO


Intermediamos a repasse da obra da Andrade Gutierrez (contador) para a Integral em dezembro de 2006, num acordo de 10% sobre o bruto do total do contrato mais 5 mil reais, pagos de duas vezes. Este acordo foi celebrado entre a Integral e Exclusiva, com anuência da Andrade Gutierrez e com varias testemunhas, incluindo Célia, Arivaldo, o pessoal da Andrade e Walmir. HAVIA erro de projeto e a Andrade, após concluir a obra, não chegou a inaugurá-la, a  mesma desabou. A reconstrução foi negociada então com a INTEGRAL, com nossa intermediação. Foram recuperados metais e refeito todo o projeto das duas TR acidentadas
AINDA em 1996, ao estudar a gestão da INTEGRAL por 90 dias, avaliamos o enorme potencial que suas ações teriam sobre a cidade. De alguma forma, precisávamos proteger a desgastada imagem do proprietário, ofuscada por calotes, perdas financeiras e escândalos. Assim, procuramos um perfil de sua confiança, para escudar suas ações e imagem. Assim surgiu  a figura da Célia, para proteger e criar a imagem do Walmir, transformando-o em protetor e provedor. Esta imagem publica de hoje não existia há 15 anos, toda a comunidade e fornecedores lembram-se. Esta senhora foi treinada e preparada para ajustar a INTEGRAL à realidade, cumprindo promessas e, sobretudo, honrando compromissos com pouco, muito pouco dinheiro.  Leiam o livro MANUFATURA, a disposição na Bookess.com
Cuidamos das fortunas pessoais de Odilon, Bosco, Jorge. Trabalhamos para Dutra (DETRAN) há dezesseis anos.
A esfera política fui o primeiro Secretario de Planejamento de Parauapebas.
Desde 1996  fazemos pesquisa e campanhas políticas. Descobrimos neste trabalho a imagem publica de Evaldo da Opção, Jorge do Pit Dog (hoje City Park), Nei, Walmir da Integral. Pesquisamos para Darci em duas situações. Um ano antes de sua eleição, nossos estudos mostravam sua possível vitória. Mostravam também quem o poderia deter do outro lado, e quantos votos ela poderia tirar dele. Esta pessoa, política, era Meire Vaz. 


Na época da eleição, fomos contratados para duas rodadas de pesquisa, quando acertamos até a dezena dos votos do primeiro e segundo colocados. Na primeira grave crise do seu governo, fomos contratados para descobrir as possíveis causas daquela situação de tamanha impopularidade. Fizemos a análise da situação ouvindo 3560 pessoas, incluindo 150 formadores de opinião, pessoas lideres em suas comunidades, como maçonaria, comercio, política, etc. Apresentamos detalhadamente a percepção da população em todos os segmentos e secretarias do então governo iniciante.


Trabalhamos em campanhas para Faisal,  Meire Vaz,  Darci, Fredson Lima, Rui Hildebrando (Vassourinha) e outros.
Auditamos para a justiça o sistema contábil e documental da empresa NOROESTE. Auditamos a INTEGRAL, a BIOAGRO e outras empresas locais. Contratamos pessoal para SOTREQ, onde tivemos cerca de 70 funcionários terceirizados.  Trabalhamos no Sossego em Canaã dos Carajás, junto a ABB, na manutenção da usina. Realizamos paradas, cuja logística e custo eram desafios: recrutar, selecionar, realizar dezenas de exames médicos e psicotécnicos em  200, 300 homens, em dois, três dias, uniformizar, garantir segurança, transportar e alimentar todos, em três turnos ininterruptos. Estruturar toda a operação incluindo contabilidade, recrutadores, almoxarife, caminhões munck, uniformes, enfim, uma operação de 1000 homens mês. E isto é uma pequena amostra do que somos capazes e do que realizamos. Em todas as áreas de atuação, possuímos referencias e temos resultado de fato para apresentar. Somos on demand, estamos prontos para qualquer desafio como gerenciadores e executores. 
Vivemos na região, trabalhando, há cerca de 20 anos. Somos conhecedores e historiamos o processo  de desenvolvimento da região. Entendemos o mercado local.
EXCLUSIVA CONSULTORIA
 Publicação: Jonas Araújo Oliveira Júnior